Neurocirurgia funcional · estereotaxia · neuromodulação

Precisão milimétrica para devolver movimento, aliviar a dor e restaurar qualidade de vida.

Tratamento cirúrgico de doença de Parkinson, tremor, distonia, dor crônica refratária, epilepsia e espasticidade — com estimulação cerebral profunda, neuromodulação e procedimentos ablativos guiados por estereotaxia.

CREMERS 30773 · RQE 25475 CREMESP 224117 · RQE 95015 Fellowship — The Walton Centre, Liverpool (UK)
Dr. Paulo Roberto Franceschini, neurocirurgião funcional
Registro RSCREMERS 30773 · RQE 25475
Registro SPCREMESP 224117 · RQE 95015
Câmara TécnicaNeurocirurgia · CREMERS (2023–2028)
DocênciaNeurologia · ensino universitário
Sobre · ref AC–PC · plano mediocomissural

Um subespecialista dedicado ao cérebro em funcionamento

Sou o Dr. Paulo Roberto Franceschini, neurocirurgião com atuação exclusiva em neurocirurgia funcional — a subespecialidade que trata distúrbios do movimento, dor crônica, epilepsia e espasticidade por meio de intervenções de altíssima precisão sobre circuitos cerebrais e medulares específicos.

Após a formação em neurocirurgia no Brasil, realizei fellowship em neurocirurgia funcional e de distúrbios do movimento no The Walton Centre NHS Foundation Trust, em Liverpool, Reino Unido (2016–2018), um dos maiores centros de neurociências da Europa.

Atendo em Caxias do Sul e Porto Alegre, integro a Câmara Técnica de Neurocirurgia do CREMERS e mantenho atividade constante em pesquisa, publicação científica e ensino médico — porque a neurocirurgia funcional exige atualização permanente diante da rápida evolução das tecnologias de neuromodulação.

Formação internacional · Liverpool, Reino Unido

Dois anos dedicados à neurocirurgia funcional no The Walton Centre

O The Walton Centre NHS Foundation Trust é o único hospital do Reino Unido dedicado exclusivamente a neurologia, neurocirurgia, coluna e tratamento da dor, avaliado como “Outstanding” — a nota máxima — pela Care Quality Commission. É um centro de referência internacional em neurociências.

Entre 2016 e 2018 ocupei ali uma posição de fellow em neurocirurgia funcional — um cargo sênior e concorrido, destinado a cirurgiões em fase final de formação. Em apenas dois anos, participei de quase 600 procedimentos de neurocirurgia funcional, cobrindo todo o espectro da especialidade: distúrbios do movimento, dor do trigêmeo, dor crônica, espasticidade e procedimentos ablativos. É uma vivência cirúrgica de grande volume e diversidade, difícil de reunir em um único serviço — e que hoje se traduz diretamente na qualidade do cuidado que ofereço. A posição de fellow foi reconhecida pela AANS (American Association of Neurological Surgeons) como training post de alta complexidade e volume de procedimentos no Reino Unido. Fellowship no Walton Centre ↗  ·  Registro AANS ↗

Produção científica do período Velásquez C, Tambirajoo K, Franceschini P, Eldridge PR, Farah JO. Upper cervical spinal cord stimulation as an alternative treatment in trigeminal neuropathy. World Neurosurgery. 2018;114:e641–e646. Ver no PubMed ↗

Esse trabalho, conduzido no The Walton Centre, é hoje referenciado na literatura internacional sobre neuromodulação para dor facial — e embasa a prática que ofereço aos meus pacientes no Brasil.

Sobre o The Walton Centre
The Walton Centre
NHS Foundation Trust · Liverpool, UK
2016–2018Fellowship
24 mesesFormação dedicada
FuncionalMovimento · dor
≈600procedimentos funcionais em 2 anos

A formação, na prática

Cada área abaixo corresponde a uma das terapias que ofereço hoje no Brasil. Toque em “Ver esta terapia” para conhecer o tratamento em detalhe.

Distúrbios do movimento

Estimulação cerebral profunda (DBS) para doença de Parkinson, tremor essencial e distonia, com implante de eletrodos em alvos profundos como o núcleo subtalâmico, o globo pálido e o tálamo.

Ver esta terapia: Estimulação Cerebral Profunda →

Neuralgia do trigêmeo e dor facial

Todo o arsenal cirúrgico para a dor do trigêmeo:

  • Descompressão microvascular — afasta o vaso que comprime o nervo, sem lesá-lo; costuma ser a opção mais duradoura.
  • Compressão por balão — comprime o gânglio do trigêmeo por via percutânea, guiada por imagem.
  • Radiofrequência do gânglio — inativa seletivamente as fibras de dor com calor controlado.
  • Rizotomia por glicerol — injeção percutânea que reduz a transmissão da dor.
Ver esta terapia: Cirurgia da Dor Trigeminal →

Estimulação medular (SCS)

Implante de eletrodos no espaço epidural para dor crônica neuropática que não respondeu ao tratamento clínico, com fase de teste antes do sistema definitivo.

Ver esta terapia: Estimulação Medular →

Bombas de baclofeno

Implante de bombas de baclofeno intratecal para espasticidade grave — o medicamento é liberado diretamente no líquor, em doses muito menores e com mais eficácia do que por via oral.

Ver esta terapia: Espasticidade e Neuromodulação Intratecal →

Procedimentos ablativos

Lesões estereotáxicas seletivas — como a palidotomia e a talamotomia — criando lesões precisas e definitivas em alvos cerebrais específicos para o controle de tremor, rigidez e movimentos involuntários.

Ver esta terapia: Procedimentos Ablativos →

DREZotomia por radiofrequência

Lesões na zona de entrada da raiz dorsal (DREZ) para dor neuropática grave — como na avulsão de plexo braquial — e para a espasticidade dolorosa.

Ver esta terapia: DREZotomia →
Sala de neurocirurgia do The Walton Centre com a equipe
Sala de neurocirurgia do The Walton Centre — com a equipe e meus orientadores, Prof. Paul Eldridge e Jibril Osman Farah
Com colegas do fellowship no Reino Unido
Com colegas do fellowship
The Walton Centre NHS Foundation Trust, Liverpool
The Walton Centre · Liverpool
Entrada do The Walton Centre NHS Foundation Trust
NHS Foundation Trust

Formar-me em neurocirurgia funcional em um dos centros de maior excelência do mundo significa trazer esse mesmo padrão de cuidado para os meus pacientes e para a população da nossa região.

Áreas de atuação · visão geral

O que a neurocirurgia funcional pode tratar

Quatro grandes grupos de condições, cada um com alvos neurais específicos e um arsenal terapêutico próprio — detalhado logo abaixo.

Transtornos do movimento

Parkinson, tremor essencial e distonias quando a medicação já não controla os sintomas.

Dor crônica refratária

Neuralgia do trigêmeo, dor neuropática, dor de coluna e dor oncológica.

Epilepsia refratária

Crises que persistem apesar do tratamento medicamentoso otimizado.

Espasticidade

Tônus muscular patológico após AVC, TCE, lesão medular e paralisia cerebral.

Terapias e procedimentos · condição · mecanismo · técnica

Como cada terapia funciona

Para cada terapia, explico a condição tratada, o princípio do tratamento e como o procedimento é realizado em linhas gerais. A indicação é sempre individualizada e discutida com o paciente e a família. Toque para expandir.

STN STN
01 Estimulação Cerebral Profunda (DBS)Doença de Parkinson · tremor essencial · distonia

Hoje o tratamento cirúrgico mais consolidado para transtornos do movimento, indicado quando a medicação deixa de oferecer controle estável dos sintomas ou gera efeitos colaterais limitantes.

A condição

No Parkinson avançado, no tremor essencial e nas distonias, os circuitos dos núcleos da base perdem seu equilíbrio de atividade. Surgem tremor, rigidez, lentidão de movimento, flutuações motoras e discinesias induzidas pela própria medicação.

Como funciona

Finos eletrodos são posicionados em alvos profundos e específicos — núcleo subtalâmico (STN) ou globo pálido interno (GPi) no Parkinson; núcleo ventral intermediário (Vim) no tremor. Um gerador implantado sob a pele entrega pulsos ajustáveis que reequilibram esses circuitos. É uma terapia regulável e reversível.

Como é realizado

O planejamento parte de RM e TC de alta resolução para definir as coordenadas do alvo. O procedimento pode ser feito com o paciente acordado — permitindo microrregistro e testes de estimulação — ou com o paciente dormindo, sob anestesia geral, com a posição confirmada por imagem intraoperatória. Em outro tempo, implanta-se o gerador no tórax. Ver o DBS de alta precisão que realizo no Moinhos →

Indicações:ParkinsonTremor essencialDistonia
Será que tenho indicação de DBS? Responda o breve questionário →
02 Estimulação Medular (SCS)Dor crônica neuropática refratária

Trata dores crônicas de origem neuropática que não responderam a medicação, fisioterapia ou intervenções prévias — com a vantagem de poder ser testada antes do implante definitivo.

A condição

A dor crônica neuropática ocorre quando o sistema nervoso segue sinalizando dor mesmo depois de resolvida a causa inicial — como na dor persistente após cirurgias de coluna, em neuropatias e radiculopatias. É uma dor desproporcional, em queimação, choque ou pontada.

Como funciona

Eletrodos colocados no espaço epidural, sobre a medula, entregam pulsos que modulam a transmissão da dor antes que ela alcance o cérebro. As tecnologias atuais incluem estimulação tônica, de alta frequência, em burst e sistemas de alça fechada (closed-loop), que se ajustam em tempo real.

Como é realizado

Um diferencial é a fase de teste: eletrodos temporários ligados a um gerador externo permitem ao paciente avaliar o alívio por alguns dias antes de decidir. Confirmado o benefício, implanta-se o sistema definitivo, com gerador sob a pele e ajuste por controle remoto.

Indicações:Dor pós-cirúrgica de colunaDor neuropáticaSDRCDor oncológica
03 Procedimentos Ablativos EstereotáxicosPalidotomia · talamotomia · subtalamotomia

Criam uma lesão precisa e definitiva em um alvo cerebral, oferecendo controle duradouro dos sintomas sem implante de hardware.

A condição

Voltados a pacientes com Parkinson, tremor ou distonia que não podem ou preferem não conviver com um sistema implantado — ou nos quais a ablação é a melhor opção. A lesão seletiva reduz tremor, rigidez e movimentos involuntários.

Como funciona

Diferente do DBS, que modula o alvo com eletricidade contínua, a ablação o inativa de forma permanente: palidotomia (globo pálido interno), talamotomia (Vim, para tremor) e subtalamotomia (núcleo subtalâmico).

Como é realizado

Após planejamento estereotáxico por imagem, um eletrodo de radiofrequência é conduzido ao alvo. Antes da lesão, testes de estimulação confirmam a posição e a segurança; a lesão é então criada por termocoagulação controlada. Procedimentos bilaterais têm indicação restrita.

Indicações:ParkinsonTremorDistoniaHemibalismo
04 Cirurgia da Dor TrigeminalNeuralgia do trigêmeo e dor facial

A neuralgia do trigêmeo é uma das dores mais intensas que se conhece — e dispõe de um leque de opções cirúrgicas altamente eficazes, escolhidas caso a caso.

A condição

Crises de dor facial súbita, em choque, geralmente disparadas por atos simples como falar, mastigar ou tocar o rosto. Frequentemente decorre da compressão do nervo trigêmeo por um vaso em sua entrada no tronco encefálico; há também formas neuropáticas e atípicas.

Como funciona

O tratamento vai da correção da causa à interrupção seletiva das fibras de dor: descompressão microvascular (afasta o vaso do nervo, sem lesá-lo — a opção mais duradoura), procedimentos percutâneos ablativos, radiocirurgia e neuroestimulação.

Como é realizado

Os procedimentos percutâneos (radiofrequência, balão e glicerol) usam uma agulha guiada por tomografia até o forame oval, alcançando o gânglio trigeminal sem incisão. Para dores atípicas ou refratárias, realizo a tratotomia-nucleotomia percutânea guiada por TC (técnica de Kanpolat) e a estimulação do gânglio trigeminal.

Indicações:Neuralgia do trigêmeoDor facial neuropáticaDor facial atípica
05 Estimulação do Nervo Vago (VNS)Epilepsia refratária — adultos e crianças

Terapia consolidada para epilepsia refratária em pacientes que não são candidatos a uma cirurgia de ressecção curativa.

A condição

Cerca de um terço das pessoas com epilepsia mantém crises apesar do tratamento medicamentoso otimizado. Quando não há uma lesão única passível de ressecção curativa, a neuromodulação torna-se uma alternativa importante.

Como funciona

Um eletrodo é acoplado ao nervo vago no pescoço e conectado a um gerador no tórax, que envia pulsos intermitentes ao cérebro pelas vias do vago. Ao longo dos meses, reduz a frequência e a intensidade das crises. Muitos sistemas permitem abortar ou atenuar uma crise com um ímã.

Como é realizado

Por duas pequenas incisões — cervical e torácica — em cirurgia de cerca de uma hora. Após a cicatrização, o gerador é ativado e ajustado gradualmente em consultas, buscando o melhor equilíbrio entre eficácia e tolerabilidade.

Indicações:Epilepsia focal/generalizada refratáriaSíndrome de Lennox-GastautEpilepsia pediátrica
06 DREZotomia por RadiofrequênciaDor por desaferentação · espasticidade dolorosa

Trata dores neuropáticas graves e a espasticidade dolorosa atuando diretamente sobre a "porta de entrada" da dor na medula.

A condição

Dores intensas e refratárias após avulsão de plexo braquial, lesão medular e dor oncológica localizada, além da espasticidade dolorosa, podem originar-se de circuitos hiperativos na zona de entrada da raiz dorsal.

Como funciona

A técnica cria lesões seletivas e precisas nessa zona (DREZ), interrompendo os circuitos que geram e amplificam a dor, preservando as vias vizinhas.

Como é realizado

Por abordagem microcirúrgica ou por radiofrequência, a medula é exposta no nível correspondente e realizam-se lesões seriadas ao longo da zona-alvo, sob magnificação. Tem papel bem estabelecido nas dores por desaferentação.

Indicações:Avulsão de plexo braquialDor por lesão medularEspasticidade dolorosaDor oncológica
07 Neuromodulação PeriféricaOccipital (ONS) · gânglio da raiz dorsal (DRG) · gânglio trigeminal

Quando a dor é focal e bem localizada, estimular diretamente o nervo ou gânglio responsável pode oferecer alívio com mínima invasividade.

A condição

Cefaleias e neuralgias occipitais refratárias, dores neuropáticas focais de um membro e certas dores faciais podem ser tratadas modulando estruturas nervosas específicas, quando as terapias convencionais falham.

Como funciona

Eletrodos são posicionados junto ao alvo — nervo occipital (ONS), gânglio da raiz dorsal (DRG) para dores focais de membro, ou gânglio trigeminal para dor facial — modulando seletivamente aquele território sem afetar as demais regiões.

Como é realizado

O implante é minimamente invasivo e, como na estimulação medular, costuma incluir uma fase de teste para confirmar o benefício antes de instalar o sistema definitivo.

Indicações:Neuralgia occipitalDor neuropática focal (DRG)Dor facial
08 Espasticidade e Neuromodulação IntratecalBaclofeno intratecal · procedimentos seletivos

A espasticidade grave após lesões neurológicas pode ser tratada com estratégias que reduzem o tônus muscular e a dor, devolvendo conforto e função.

A condição

Após AVC, traumatismo cranioencefálico, lesão medular ou na paralisia cerebral, o aumento patológico do tônus muscular limita movimento, higiene e conforto, muitas vezes acompanhado de dor.

Como funciona

As opções incluem a infusão intratecal de baclofeno por bomba implantável — que entrega o medicamento diretamente ao líquor, em doses muito menores que por via oral — e procedimentos seletivos como a DREZotomia por radiofrequência para a espasticidade dolorosa.

Como é realizado

A avaliação é individualizada e frequentemente multidisciplinar. Na terapia intratecal, um teste prévio confirma a resposta antes do implante da bomba, cuja dose é ajustável de forma programável.

Indicações:Paralisia cerebralSequela de AVCLesão medularTCE
Diferencial · Hospital Moinhos de Vento · Porto Alegre

DBS de alta precisão: paciente dormindo e tomografia intraoperatória

No Hospital Moinhos de Vento, realizo a estimulação cerebral profunda (DBS) com uma abordagem moderna: o paciente permanece sob anestesia geral — dormindo — durante todo o procedimento, com mais conforto e menos estresse.

A posição dos eletrodos é confirmada em tempo real por imagem intraoperatória de alta resolução com o robô Brainlab Loop-X. Isso permite verificar e, se necessário, ajustar o implante ainda na sala cirúrgica, buscando precisão milimétrica na chegada ao alvo.

Essa precisão é decisiva: acertar exatamente o alvo pretendido está diretamente associado a um melhor controle dos sintomas e a menos efeitos colaterais — um diferencial que amplia as chances de um bom resultado.

DBS “asleep” com Loop-X
Hospital Moinhos de Vento · Porto Alegre
DormindoAnestesia geral · mais conforto
Loop-XTomografia intraoperatória
Tempo realConfirmação na sala cirúrgica
MilimétricaPrecisão no alvo
Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre
Hospital Moinhos de Vento · Porto Alegre
Autoavaliação orientativa · doença de Parkinson

Será que tenho indicação de DBS?

Responda a este breve questionário — menos de 2 minutos — e receba uma orientação sobre a possibilidade de avaliação para a estimulação cerebral profunda (DBS). É educativo e não substitui a consulta: apenas uma avaliação médica define a indicação.

1.Você tem diagnóstico de doença de Parkinson (e não de outro tipo de parkinsonismo)?

2.Os seus sintomas melhoram de forma clara quando você toma a medicação (levodopa)?

3.O efeito da medicação “não dura o dia todo” ou oscila — há períodos “ligado” (bem) e “desligado” (sintomas voltam)?

4.Você apresenta movimentos involuntários (discinesias) relacionados à medicação?

5.Você tem tremor que atrapalha o dia a dia e não melhora o suficiente com os remédios?

6.Mesmo após vários ajustes de medicação, o controle dos sintomas continua insatisfatório?

7.Você convive com a doença de Parkinson há mais de 4 anos?

8.Você tem problemas importantes de memória ou já recebeu diagnóstico de demência?

Coordenação e residência · Santa Casa de Porto Alegre

Coordenador de transtornos do movimento e cirurgia de epilepsia

Na Santa Casa de Porto Alegre, coordeno os programas de neurocirurgia dos transtornos do movimento e da cirurgia de epilepsia — e sou preceptor da residência de neurocirurgia do Hospital São José, o serviço onde me formei e ao qual retornei após concluir meu fellowship no Reino Unido.

Formar residentes é um compromisso que levo a sério. A residência de neurocirurgia da Santa Casa é uma das mais antigas, tradicionais e respeitadas do país, reconhecida pelo alto volume e pela complexidade dos procedimentos realizados — um ambiente de excelência para a formação de cirurgiões.

O Hospital São José é a referência em neurologia e neurocirurgia da Santa Casa — parte da chamada “Cidade da Saúde”, um dos maiores e mais tradicionais complexos hospitalares do Brasil. É nesse ambiente de grande volume e complexidade que atuo e ensino.

Terapias relacionadas: Estimulação Cerebral Profunda · Estimulação do Nervo Vago (epilepsia)

Santa Casa de Porto Alegre — Hospital Nora Teixeira
Santa Casa de Porto Alegre
Infográfico “A Cidade da Saúde” — complexo hospitalar da Santa Casa de Porto Alegre, com destaque para o Hospital São José (neurologia e neurocirurgia)
“A Cidade da Saúde” — o complexo da Santa Casa de Porto Alegre. O Hospital São José é a referência em neurologia e neurocirurgia. (toque para ampliar ↗)
CoordenadorTranstornos do movimento
CoordenadorCirurgia de epilepsia
PreceptorResidência de Neurocirurgia · Hospital São José
TradiçãoUma das mais antigas do país
Serviço de Neurocirurgia · Hospital Santa Paula · São Paulo

Neurocirurgia funcional e cirurgia de Parkinson em São Paulo

No Hospital Santa Paula, em São Paulo, integro o serviço de neurocirurgia e a preceptoria da residência médica. Meu foco de atuação aqui é a neurocirurgia funcional e a cirurgia de Parkinson.

É um serviço altamente conceituado — um dos mais respeitados do país —, liderado pelo Prof. Paulo Henrique Pires de Aguiar, com quem colaboro em pesquisa e na formação de residentes. Atuar em um centro dessa envergadura amplia o acesso dos pacientes a cuidado especializado e a técnicas de ponta.

Hospital Santa Paula
Vila Olímpia · São Paulo
FuncionalFoco de atuação
ParkinsonCirurgia de DBS e ablação
PreceptoriaResidência médica
ReferênciaServiço de alto conceito
Fachada do Hospital Santa Paula
Hospital Santa Paula · São Paulo
Hospital Santa Paula — Pronto Atendimento
Hospital Santa Paula · DASA
Trajetória · formação e atuação

Formação e experiência

2001 – 2012 · Caxias do Sul e Porto AlegreGraduação em Medicina (UCS) e Residência em Neurocirurgia

Graduação em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul (2001–2006) e residência médica em neurocirurgia no Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre (2007–2012), com título de especialista e registro de qualificação (RQE) em neurocirurgia.

Selo do National Hospital for Neurology and Neurosurgery — Queen Square2006 · Londres (Reino Unido) e Phoenix (EUA)Estágio internacional durante o doutorado

Ainda em formação, estagiei por cerca de quatro meses em dois dos principais centros mundiais de neurologia e neurocirurgia: o National Hospital for Neurology and Neurosurgery — Queen Square (UCL Institute of Neurology, Londres), onde acompanhei o Prof. Ley Sander, referência mundial em epilepsia, e participei dos renomados Short Courses em Neurologia; e o Barrow Neurological Institute (Phoenix, EUA), um dos maiores centros de neurocirurgia do mundo.

2010 e 2012 · Estados Unidos e CanadáObserverships internacionais em neurocirurgia

Estágios de observação em neurocirurgia na University of Arizona (2010) e na University of Toronto (2012), ampliando o contato com serviços de referência na América do Norte.

2016 – 2018 · Liverpool, Reino UnidoFellowship — The Walton Centre NHS Foundation Trust

Subespecialização em neurocirurgia funcional, distúrbios do movimento e cirurgia da dor em um dos maiores centros dedicados de neurociências da Europa.

2022 – 2023 · São PauloPós-graduação (especialização) StimDor — Neuromodulação para o Tratamento da Dor

Curso teórico-prático de neuromodulação para dor na Faculdade SINPAIN, credenciada pelo MEC (370 h), com cadaver lab e prática supervisionada em neuromodulação.

Ver certificado ↗
2023 – 2024 · São PauloPós-graduação (lato sensu) Pain Master — Curso Avançado de Intervenção em Dor

Especialização avançada em medicina intervencionista da dor na Faculdade SINPAIN, credenciada pelo MEC (420 h), cobrindo dor de coluna, oncológica, neuropática e crânio-facial.

Ver certificado ↗
2023 · São PauloTítulo “Top Quality CBN 2023” — Congresso Brasileiro de Neurocirurgia

Distinção conferida pelo XXXIV Congresso Brasileiro de Neurocirurgia (Sociedade Brasileira de Neurocirurgia), representado por seu Presidente, Prof. Paulo Henrique Pires de Aguiar, e Vice-Presidente, Prof. Samuel Tau Zymberg.

2024 · São PauloReconhecimento Pain Master — Faculdade SINPAIN

Placa concedida pela equipe SINPAIN pela notável participação no Pain Master — Curso Avançado de Intervenção em Dor.

2024 · Mayo Clinic (EUA)Golden Scalpel Award — Mayo Clinic

Distinção recebida no curso Rhoton–de Oliveira: Treatment Advances in Neurology and Functional Neurosurgery for Movement Disorders, Epilepsy, and Headache (2024), da Mayo Clinic School of Continuous Professional Development — formação avançada em neurocirurgia funcional para transtornos do movimento, epilepsia e cefaleia.

2º semestre de 2026 · Porto AlegreDoutorado (PhD) em Gerontologia Biomédica — PUCRS

Selecionado para o programa de doutorado em Gerontologia Biomédica da PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), com ingresso no segundo semestre de 2026 — unindo a neurocirurgia funcional e a neuromodulação às bases biomédicas do envelhecimento, campo diretamente ligado ao Parkinson e a outros transtornos do movimento.

Atual · Caxias do Sul e Porto AlegrePrática clínica e hospitalar

Atendimento na Clínica Verti (Caxias do Sul) e atuação cirúrgica no Hospital Moinhos de Vento e na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.

2023 – 2028Câmara Técnica de Neurocirurgia — CREMERS

Membro da câmara técnica do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul.

Desde 2020 · Caxias do SulProfessor de Medicina — UCS

Professor do curso de Medicina da Universidade de Caxias do Sul, na disciplina de Neurologia e Neurocirurgia, e coordenador institucional de curso de neurocirurgia funcional.

Formação em dor · Faculdade SINPAIN · pós-graduação

Especialização avançada em intervenção e neuromodulação para dor

Além da neurocirurgia funcional, aprofundei minha formação em medicina intervencionista da dor e em neuromodulação na Faculdade SINPAIN — instituição especializada, com pós-graduações lato sensu reconhecidas pelo MEC e voltadas exclusivamente a médicos. São duas titulações que se somam e ampliam o que posso oferecer a quem convive com dor crônica.

StimDor · 370 h · Lato sensu (MEC)

Curso teórico-prático em neuromodulação para o tratamento da dor — estimulação medular, do gânglio da raiz dorsal e periférica —, com cadaver lab e atividades práticas supervisionadas.

Pain Master · 420 h · Lato sensu (MEC)

Especialização avançada em intervenção em dor: coluna, dor oncológica, neuropática e crânio-facial — com cirurgias ao vivo, treinamento hands-on e cadaver lab.

Por que isso importa para você: essa formação dedicada me permite cobrir o espectro completo do cuidado com a dor crônica — do procedimento minimamente invasivo à neuromodulação implantável —, sempre com base em técnica atualizada e treinamento prático intensivo, integrados à minha atuação em neurocirurgia funcional.

Pesquisa · produção científica

Ciência aplicada à prática

Retrato do Dr. Paulo Roberto Franceschini Currículo LattesCNPq ↗

A neurocirurgia funcional é uma das áreas de mais rápida evolução da medicina. Manter produção científica ativa e participação em sociedades internacionais garante que cada decisão terapêutica esteja alinhada à melhor evidência disponível.

21+
publicações indexadas no PubMed, incluindo estudos em neuromodulação para dor
10
sociedades científicas nacionais e internacionais

Sociedades das quais sou membro:

INSNANSIASPMDSAANSCNSSBNSBEDSBNMSBNFE
Artigos para pacientes · ciência em linguagem acessível

Meus trabalhos, explicados para você

Resumos, em português e em linguagem simples, de artigos científicos que publiquei — para que pacientes e familiares possam compreender as pesquisas por trás dos tratamentos que ofereço.

Publicação de destaque · Nature Neuroscience (2024)

Mapeando circuitos disfuncionais do cérebro por meio da estimulação cerebral profunda

Publicado na Nature Neuroscience — uma das revistas científicas mais respeitadas do mundo —, este estudo reuniu dados de pacientes tratados com estimulação cerebral profunda (DBS) para diferentes condições, como doença de Parkinson, distonia, transtorno obsessivo-compulsivo e síndrome de Tourette. Cruzando a posição dos eletrodos com mapas detalhados das conexões do cérebro, os autores identificaram quais circuitos, quando estimulados, se associam à melhora de cada tipo de sintoma. Na prática, o trabalho ajuda a entender por que o DBS funciona e aponta caminhos para tornar a cirurgia cada vez mais personalizada — mirando o circuito certo para o sintoma certo de cada paciente.

Hollunder B, Ostrem JL, … Alho EJL, Franceschini PR, … Li N, Horn A. Colaboração internacional que integrei junto a Eduardo Alho e Andreas Horn.
Nature Neuroscience · 2024 · DOI 10.1038/s41593-024-01570-1 Ler no PubMed ↗ Ver na Nature ↗
Distonia · estimulação cerebral profunda

DBS do globo pálido para distonia cervical: resultados em 5 anos

Acompanhamento de 37 pacientes com distonia cervical (torcicolo espasmódico) tratados com estimulação cerebral profunda do globo pálido interno (GPi) no The Walton Centre. Em cinco anos, houve melhora média de 57% na gravidade dos sintomas, com redução importante da dor e da incapacidade — mostrando que o DBS é uma opção eficaz e duradoura quando a medicação não controla a distonia.

Journal of the Neurological Sciences · 2023 Ler no PubMed ↗
Doença de Parkinson · técnica de DBS

Uma forma mais segura e estética de fixar os eletrodos da DBS

Estudo com 32 pacientes com doença de Parkinson que avaliou uma técnica aprimorada para fixar os eletrodos da estimulação cerebral profunda, combinando um adesivo cirúrgico e uma pequena placa de titânio. A técnica evitou a migração dos eletrodos, não houve infecções e o contorno do crânio ficou mais liso — melhorando o conforto e a aparência após a cirurgia.

Operative Neurosurgery · 2025 Ler no PubMed ↗
Neuromodulação para dor facial

Estimulação medular cervical alta como alternativa no tratamento da dor do trigêmeo

Estudo conduzido no The Walton Centre (Reino Unido) que acompanhou 12 pacientes com dor facial neuropática de difícil controle, tratados com estimulação elétrica da medula na região alta do pescoço. Todos passaram por um período de teste antes do implante definitivo. O trabalho concluiu que essa técnica é uma alternativa eficaz e de baixo risco para a dor do trigêmeo que não respondeu aos tratamentos convencionais — e hoje é referência citada na literatura internacional.

World Neurosurgery · 2018 · 114:e641–e646 Ler no PubMed ↗
Dor neuropática · estimulação medular

Estimulação medular cervical lateral para dor neuropática crônica

Relato de uma paciente com dor intensa no braço, causada por um tumor de nervo que não podia ser removido, tratada com um eletrodo de estimulação medular posicionado lateralmente na coluna cervical. A dor desapareceu poucos dias após o procedimento e a paciente seguia sem dor meses depois — ilustrando o potencial da estimulação medular quando outras terapias falham.

Surgical Neurology International · 2022 Ler no PubMed ↗
Dor neuropática · panorama de opções

Neuromodulação para dor neuropática refratária: um panorama das opções cirúrgicas

Revisão que reúne a evidência sobre quatro técnicas de neuromodulação para dores que não respondem ao tratamento clínico: estimulação medular (SCS), cerebral profunda (DBS), do córtex motor (MCS) e da ínsula posterior. O trabalho ajuda a entender quando cada abordagem pode ser indicada e reforça o papel dessas cirurgias em melhorar a qualidade de vida de quem convive com dor crônica.

World Neurosurgery · 2020 Ler no PubMed ↗
Espasticidade · paralisia cerebral

Baclofeno intracerebroventricular melhora a função e a qualidade de vida em criança com paralisia cerebral grave

Relato do uso de baclofeno administrado diretamente no líquor dos ventrículos cerebrais, por meio de uma bomba implantável, para tratar a espasticidade grave de uma criança com paralisia cerebral. O tratamento trouxe melhora da função motora e da qualidade de vida, mostrando-se uma alternativa valiosa quando o baclofeno por via oral não é suficiente ou não é bem tolerado.

Child's Nervous System · 2023 Ler no PubMed ↗
Espasticidade · bexiga neurogênica

Rizotomia dorsal seletiva sacral para bexiga neurogênica

Descrição de uma técnica minimamente invasiva de secção seletiva de raízes nervosas sacrais para tratar a hiperatividade da bexiga (bexiga neurogênica espástica) que não responde aos medicamentos. No caso apresentado, houve queda importante da pressão dentro da bexiga e o desaparecimento das contrações involuntárias, com melhora do controle urinário.

Operative Neurosurgery · 2025 Ler no PubMed ↗
E-books para pacientes · materiais educativos gratuitos

Guias gratuitos sobre a doença de Parkinson

Materiais em linguagem acessível, para pacientes e familiares. Baixe gratuitamente — é rápido: informe nome e e-mail e o download começa na hora.

Capa do e-book “Vivendo bem com Parkinson”
Guia de convivência · 21 páginas

Vivendo bem com Parkinson

Atividade física, alimentação, segurança em casa, fala e deglutição, saúde emocional e um capítulo dedicado ao cuidador.

Capa do e-book “Cirurgia no Parkinson: entenda o DBS”
Guia cirúrgico · 14 páginas

Cirurgia no Parkinson: entenda o DBS

Quando indicar, como funciona a estimulação cerebral profunda, o que esperar, riscos, recuperação, perguntas frequentes e mitos.

Docência · Universidade de Caxias do Sul

Professor de Medicina na UCS

Desde 2020, sou professor do curso de Medicina da Universidade de Caxias do Sul (UCS), na disciplina de Neurologia e Neurocirurgia — ajudando a formar as próximas gerações de médicos da Serra Gaúcha.

Ensinar é parte essencial da minha atuação. Levar a experiência clínica e cirúrgica em neurocirurgia funcional para a sala de aula forma médicos mais preparados e aproxima os estudantes das áreas mais avançadas da neurociência — e é também uma forma de retribuir à região que me acolheu.

Fundada em 1967 pelo esforço coletivo da comunidade, a UCS é a maior universidade comunitária do Rio Grande do Sul. Sem fins lucrativos e de caráter regional, mantém unidades em oito cidades e atende diretamente uma população de mais de um milhão de habitantes na Serra Gaúcha, com papel decisivo no desenvolvimento social, científico e na formação de profissionais de saúde para a região.

Campus da Universidade de Caxias do Sul
Campus da UCS · Caxias do Sul
Universidade de Caxias do Sul — Bloco M
UCS · Bloco M
Desde 2020Professor de Medicina · Neurologia e Neurocirurgia
1967Ano de fundação da UCS
ComunitáriaA maior do Rio Grande do Sul
+1 milhãode habitantes atendidos na região
Ensino & formação · curso · Brasília

StimBrain — formação em DBS, estereotaxia e ablação

Sou coordenador institucional do StimBrain, curso voltado a médicos que desejam aprofundar teoria e prática em estereotaxia, estimulação cerebral profunda (DBS) e procedimentos ablativos em neurocirurgia funcional — reunindo aulas online, workshops presenciais e estágio observacional em centros de referência.

Módulo 01DBS na Doença de Parkinson
Módulo 02DBS em distonia e síndromes tremulantes
Módulo 03DBS em doenças psiquiátricas e dor
Módulo 04Procedimentos ablativos estereotáxicos
Coordenação institucional · edição 2026

160 horas de conteúdo — teoria online, workshops presenciais em Brasília e estágio observacional.

Cadaver lab com treinamento de cirurgia estereotáxica, DBS e procedimentos ablativos, supervisionado por instrutores.

Discussão de casos clínicos e programação de DBS em pacientes já operados.

Conhecer o StimBrain
Blog · Educação em saúde · neurocirurgia funcional

DBS com o paciente dormindo, tomografia intraoperatória e planejamento por tractografia e conectoma

A estimulação cerebral profunda (DBS) evoluiu para unir mais conforto ao paciente e mais precisão técnica. Reúno aqui quatro pilares dessa abordagem moderna.

1. Paciente dormindo (anestesia geral)

Tradicionalmente o DBS era feito com o paciente acordado, para testar a estimulação durante a cirurgia. Com as tecnologias de imagem atuais, o procedimento pode ser realizado sob anestesia geral, com o paciente dormindo — reduzindo a ansiedade e o desconforto da cirurgia acordada. É especialmente vantajoso para quem tem tremor intenso, ansiedade ou dificuldade de permanecer imóvel, mantendo resultados comparáveis quando o implante é guiado por imagem.

2. Tomografia intraoperatória — conferência em tempo real

Durante a cirurgia, uma tomografia de alta resolução (robô Brainlab Loop-X) confirma a posição dos eletrodos ainda na sala. Havendo necessidade, o ajuste é feito na hora — buscando precisão milimétrica e reduzindo a chance de um novo procedimento.

3. Tractografia no planejamento

A tractografia, obtida da ressonância, reconstrói os feixes de fibras (substância branca) ao redor do alvo. Enxergar esses “caminhos” ajuda a mirar com precisão e a evitar efeitos colaterais por proximidade de estruturas vizinhas.

4. Conectoma — o circuito certo para o sintoma certo

O DBS não age sobre um ponto isolado, e sim sobre redes cerebrais. Mapas de conectividade (conectoma) ajudam a escolher o alvo e o contato ideais para cada sintoma, tornando a terapia mais personalizada — tema, inclusive, do estudo que integrei na Nature Neuroscience (2024).

Conteúdo educativo. A indicação e a técnica são sempre individualizadas e discutidas caso a caso.

Ver a seção “DBS de alta precisão” →

“Vivendo bem com Parkinson” — um guia para pacientes e familiares

Lancei um e-book gratuito reunindo o que mais faz diferença no dia a dia de quem convive com a doença de Parkinson: atividade física (hoje parte central do tratamento), alimentação, segurança em casa, fala e deglutição, saúde emocional e um capítulo dedicado a quem cuida — tudo baseado em diretrizes atuais e em linguagem acessível.

É um material para levar entre uma consulta e outra, ajudando paciente e família a entender a doença e agir com mais confiança. Livre para baixar e compartilhar.

Baixar o e-book gratuito →

“Cirurgia no Parkinson: entenda o DBS” — novo guia para pacientes e familiares

Muitos pacientes chegam ao consultório com as mesmas dúvidas sobre a cirurgia no Parkinson: quando ela é indicada? Dói? É “o último recurso”? O que muda no dia a dia? Reuni as respostas em um novo e-book gratuito.

Em linguagem simples, o guia explica quando pensar na cirurgia, o que é e como funciona a estimulação cerebral profunda (DBS), o que esperar — benefícios e limites —, riscos, recuperação e vida com o aparelho, além de perguntas frequentes e mitos × verdades. É um material para levar entre uma consulta e outra e decidir com mais tranquilidade.

Baixar o e-book gratuito →    Será que tenho indicação? Fazer o questionário →

Conteúdo & divulgação · educação em saúde

Acompanhe nas redes

Compartilho conteúdos sobre neurocirurgia funcional, avanços em neuromodulação e educação em saúde no meu Instagram profissional — um espaço aberto, em formato de blog, para pacientes, familiares e colegas. No LinkedIn, você acompanha minha trajetória, formação e atuação profissional.

Dr. Paulo Franceschini @neurocirurgiafuncional Ver no Instagram
Dr. Paulo Roberto Franceschini Perfil profissional Ver no LinkedIn
Galeria · atividades profissionais

Bastidores da neurocirurgia funcional

Registros de cirurgias, ensino, congressos e o dia a dia da especialidade — para colegas e pacientes acompanharem de perto o trabalho. Toque em uma imagem para ampliar.

Onde atendo · serra gaúcha e capital

Locais de atendimento

Clínica Verti — Caxias do Sul
Caxias do Sul · RS Clínica Verti Consultas ambulatoriais e avaliação para procedimentos. Centro Médico Medianeira · R. Gen. Arcy da Rocha Nóbrega, 401, Sala 602 — Madureira, Caxias do Sul/RS · CEP 95040-000 · mapa ↗Atendimento: seg a sex · manhã e tardeAgendar consulta
Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre
Porto Alegre · RS Hospital Moinhos de Vento Procedimentos cirúrgicos de neurocirurgia funcional. R. Ramiro Barcelos, 910 — Moinhos de Vento, Porto Alegre/RS · CEP 90035-001 · mapa ↗Atendimento: sextas · à tardeAgendar no Moinhos
Santa Casa de Porto Alegre
Porto Alegre · RS Santa Casa de Misericórdia Procedimentos cirúrgicos de neurocirurgia funcional. Coordenador · Transtornos do movimento e epilepsia R. Prof. Annes Dias, 295 — Centro Histórico, Porto Alegre/RS · CEP 90020-090 · mapa ↗Atendimento: quintas · à tardeAgendar na Santa Casa
Hospital Santa Paula, São Paulo
São Paulo · SP · Vila Olímpia Hospital Santa Paula Neurocirurgia funcional e cirurgia de Parkinson. Preceptoria reconhecida pela SBN Av. Santo Amaro, 2468 — Vila Olímpia, São Paulo/SP · CEP 04556-100 · mapa ↗Agendar no Santa Paula
Contato · agendamento

Agende uma avaliação

A primeira consulta é o momento de entender a sua história, revisar exames e tratamentos anteriores e discutir — com transparência — se existe indicação cirúrgica e quais são as opções.

Telefone / WhatsApp(54) 99263-2831Agendamento por WhatsApp
E-mailamandasilveira24@outlook.comAmanda Silveira · Secretária
Endereço — Clínica VertiCentro Médico Medianeira
R. Gen. Arcy da Rocha Nóbrega, 401 — Sala 602
Madureira, Caxias do Sul/RS · CEP 95040-000
Ver no mapa ↗
Horário de atendimentoCaxias do Sul · Clínica Verti — segunda a sexta, manhã e tarde
Porto Alegre — quintas à tarde (Santa Casa) e sextas à tarde (Hospital Moinhos de Vento)
Convênios e particularPlanos conveniados a cada instituição · Unimed (Serra Gaúcha) · atendimento particular
Informação importante

Este site tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a consulta médica. A indicação de qualquer procedimento cirúrgico depende de avaliação individualizada. Em situações de emergência, procure imediatamente o serviço de urgência mais próximo.
Agendar